Fuentes Vinícius Baggio - Ruby on Rails: coloque sua aplicação web nos trilhos стр 3.

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pitadas de Smalltalk. Veremos exemplos dessas influências, e também o que significa

esta felicidade para o programador no capítulo 2.

Quanto ao Rails, na época em que foi lançado, trouxe uma visão diferente ao

desenvolvimento Web. Naquele momento, desenvolver para Web era cansativo, os

frameworks eram complicados ou resultavam em sistemas difíceis de se manter e de

baixa qualidade.

O DHH, ao desenvolver o Basecamp, pensou principalmente nos seguintes as-

pectos:

Convention over configuration, ou convenção à configuração: ao invés de

configurar um conjunto de arquivos XML, por exemplo, adota-se a convenção

e apenas muda-se o que for necessário;

Dont Repeat Yourself , ou não se

repita": nunca você deve fazer mais de uma

vez o que for necessário (como checar uma regra de negócio);

Automação de tarefas repetidas: nenhum programador deve perder tempo em

tarefas repetitivas e sim investir seu tempo em resolver problemas interessan-

tes.

Esses conceitos são amplamente explorados no clássico The Pragmatic Program-

mer: From Journeyman to Master [1], leitura recomendada. Esta soma de tecnolo-

gias e práticas são bastante prazerosas de se trabalhar; é possível realizar muito com

pouco tempo e você verá, capítulo a capítulo, como essas ideias são representadas

em todos os aspectos do framework.

1.1

Para quem é este livro

O objetivo deste livro é apresentar um pouco da linguagem Ruby e aprender os pri-

meiros passos a desenvolver com o framework Ruby on Rails. Mais além, vamos

aprender a desenvolver aplicativos com Rails. Algumas vezes usaremos inclusive

componentes feitos em Ruby puro. Esses momentos são extremamente importantes

para aprendermos também algumas boas práticas.

Tendo isso em mente, este livro serve para pessoas que:

Não conhecem ambas as tecnologias, ou conhecem apenas Ruby, mas desejam

conhecer o Rails;

2

Casa do Código

Capítulo 1. Introdução

Já conhecem Rails, mas não estão confortáveis em como fazer aplicações bem

organizadas;

Já conhecem Rails superficialmente, mas querem aprimorar conhecimentos e

boas práticas.

1.2

Organização

Este livro foi construído em três partes. A primeira parte é dedicada a entender a

linguagem Ruby. Nessa parte vamos aprender desde a sintaxe até boas práticas com

a linguagem usando exemplos práticos.

A segunda parte é dedicada a entender o contexto que o Ruby on Rails trabalha.

Essa é a parte teórica, na qual vamos entender quais são os principais conceitos por

trás do framework. Vamos ver também, em alto nível, quais são os componentes do

Rails e como eles se relacionam.

A terceira parte é onde vamos fazer a aplicação com Rails. Passo a passo, va-

mos implementar uma aplicação do início ao fim e, durante a construção de cada

funcionalidade, aprender como juntar as partes do framework. Vamos revisitar fun-

cionalidades, aprimorando-as, e mostrar como é o processo de criação de uma apli-

cação real, de forma que você aprenda uma das possíveis maneiras de construir suas

aplicações no futuro.

Vamos construir um aplicativo chamado Colcho.net. O Colcho.net é um site

para você publicar um espaço sobrando na sua casa para hospedar alguém por uma

ou mais noites. O site vai ter:

Cadastro de usuário, com encriptação de senha;

Login de usuários;

Envio de emails;

Internacionalização;

Publicação e administração de quartos;

Avaliação de quartos e ranking;

Busca textual;

URL slugs;

3

1.2. Organização

Casa do Código

Uploads e thumbnails de fotos.

Embora este livro tenha sido construído de forma que a leitura progressiva seja

fácil, ele pode servir como consulta. Vamos dividir o sistema que será construído em

algumas funcionalidades principais e atacá-las individualmente em cada capítulo.

4

Parte I

A linguagem Ruby

Capítulo 2

Conhecendo Ruby

Não reze por uma vida fácil, mas sim para ter forças para uma vida difícil.

Bruce Lee

Ruby é uma linguagem de script muito interessante. Como vimos na Introdu-

ção, Ruby tem como parentesco Perl e várias pitadas de Smalltalk, além de outras

características Lispianas.

Isso se reflete de várias formas na linguagem. Primeiramente, Ruby é uma lin-

guagem dinamicamente tipada, ou seja, não precisamos declarar os tipos dos obje-

tos e variáveis, característica comum de algumas linguagens de script, como Python

e PHP. Ruby também é uma linguagem orientada a objetos, porém com proprieda-

des não muito comuns. Uma delas, por exemplo é o fato de que, como em Smalltalk,

chamadas de métodos nada mais são do que envio de mensagens a objetos, e isso

é refletido na forma que podemos implementar programas. Para demonstrar esses

recursos, vamos a um exemplo onde chamamos um método

em um objeto:

shopping_cart.clear

O mesmo método pode ser chamado da seguinte forma:

Casa do Código

shopping_cart.send 'clear'

Neste trecho de código, estamos enviando uma mensagem de nome clear, que

por sua vez chama o método clear do objeto shopping_cart. Note também o uso

de snake_case, ao invés de camelCase.

O que é camelCase e snake_case?

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