Souza Lucas - Ruby: Aprenda a programar na linguagem mais divertida стр 6.

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do código e adicionamos um novo método que estará disponível para todos os ob-

jetos do tipo String que existem. Esse recurso é conhecido como classes abertas

(OpenClasses), recurso que veremos bastante ainda durante os próximos capítulos e

discutiremos bastante suas vantagens e desvantagens.

Por enquanto, é importante termos em mente alguns problemas em relação a

linguagens interpretadas. Um desses problemas é não conseguirmos descobrir erros

do programador durante a codificação do programa, mas apenas quando tentamos

executá-lo, já que não temos um compilador que consegue checar por erros para

nós. Para contornar esse problema, os desenvolvedores Ruby, desde cedo, mantém o

hábito de desenvolver testes de unidade para suas classes, a fim de tentar descobrir

possíveis erros existentes no programa o mais rápido possível.

1.6

Onde eu usaria Ruby?

É muito comum encontrar a linguagem Ruby sendo usada para a criação de scripts

para ler e processar arquivos, automatizar builds e deploys, fazer crawling de sites

etc.

Mas sem dúvidas os maiores cases de sucesso da linguagem Ruby estão liga-

dos a aplicações web. A criação do Rails sem dúvidas foi o que mais alavancou o

sucesso da linguagem. Ele é um framework web que segue o padrão MVC (Model-

View-Controller) e evangeliza o Convention over configuration, ou seja, acabar com aquela quantidade enorme de XMLs que existem na maioria dos frameworks web

que existem no mercado e que dificultam muito a manutenção.

Surgiu dentro da empresa 37signals e foi criado por David Heinemeier Hansson,

que resolveu extrair parte da lógica web de um projeto chamado Basecamp. Exis-

tem vários cases de sucesso na web como o próprio Basecamp, A List Apart (revista

13

1.6. Onde eu usaria Ruby?

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com dicas de desenvolvimento de aplicações web), Groupon (Maior site de vendas

coletivas de mundo), etc.

Existem também vários SaaS (Softwares as a Service) disponíveis que foram cri-

ados em Rails e que permitem a criação de aplicações em minutos. O Shopify é um

deles e permite a criação de sua própria loja virtual, com template personalizado,

lista de produtos, pagamento em cartão de crédito, isso tudo com apenas alguns cli-

ques. Além de vislumbrar o uso na criação da sua própria loja, você pode pensar em

criar o seu próprio SaaS usando Rails com bastante rapidez.

Foi o que o pessoal da MailChimp fez. Eles criaram um serviço que ajuda você a

criar o design do seu e-mail de newsletters, compartilhá-lo em redes sociais e integrar com outros serviços que você já utiliza. Tudo isso com poucos cliques.

O importante é que o mercado em torno da linguagem Ruby é muito grande

atualmente, e a tendência é que continue crescendo nos próximos anos. São várias

as vagas existentes para trabalhar com Ruby e/ou Rails atualmente. Vários serviços

estão sendo criados e uma grande quantidade de Startups apostam na linguagem e

nas suas aplicações.

Tenha em mente que o quanto mais você dominar a linguagem Ruby, mais fácil

será para você conhecer profundamente os frameworks como o Rails e as diversas

bibliotecas relacionadas.

Vamos começar nossa jornada?

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Capítulo 2

Seu primeiro passo no Ruby:

convenções e as diferentes estruturas

primitivas

Acabamos de aprender um pouco sobre o Ruby, escrevemos já algum código, o sufi-

ciente para que pudéssemos fazer um olá mundo e entender

alguns dos conceitos

por trás da linguagem.

Antes de criar uma aplicação, que começará a ser escrita no próximo capítulo,

precisamos nos acostumar com algumas sutilezas da linguagem e também com as es-

truturas básicas. Vamos aprender mais sobre os tipos existentes na linguagem, como

representar ausência de valores, as diferentes maneiras de escrever as estruturas con-

dicionais e também os loops.

Uma boa dica é continuar testando os nossos códigos no IRB, e também experi-

mentando suas curiosidades para obter diferentes resultados.

2.1. Mais tipos no Ruby

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2.1

Mais tipos no Ruby

Como vimos no capítulo anterior, a declaração de variáveis em Ruby é um processo

bastante simples, bastando escolher o nome da sua variável e atribuir um valor para

ela. Esteja atento, pois deve ser respeitada a regra de começá-las com letras, $ ou _.

1 = "Lucas" # não funciona

nome = "Lucas" # funciona

$nome = "Lucas" # funciona

_nome = "Lucas" # funciona

Mas e quando nossa variável possui nomes compostos? Em algumas lingua-

gens é convencionado que cada palavra que formará o identificador da variável co-

mece com letra maiúscula, exceto a primeira, por exemplo, telefoneCelular,

ou então numeroDeRegistro. Essa convenção é conhecida como Camel Case.

Em Ruby, utilizamos outra convenção para separar as palavras. Nela, usamos sem-

pre letras minúsculas e como separador o _, dessa forma poderíamos ter a variável

telefone_celular.

telefone_celular = "(11) 91234-5678"

2.2

Comente seu código

Se você estava atento, deve ter reparado que algumas vezes utilizamos uma # no

código que mostrava os diferentes exemplos de declaração de variável em Ruby. Es-

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