Souza Lucas - Ruby: Aprenda a programar na linguagem mais divertida стр 3.

Шрифт
Фон

8.6

Criando um framework para persistir objetos em arquivos . . . . . . 153

8.7

Gerenciando exceções e erros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159

8.8

A exclusão de dados implementada com metaprogramação . . . . . . 164

8.9

method lookup e method missing . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177

8.10 Utilizando expressões regulares nas buscas . . . . . . . . . . . . . . . . 188

8.11

Próximos passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

9

As bibliotecas no universo Ruby

197

9.1

Como manusear suas gems com o Rubygems . . . . . . . . . . . . . . 197

9.2

Gerenciando várias versões de uma gem . . . . . . . . . . . . . . . . . 200

9.3

Gerencie dependências com o Bundler . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201

9.4

Quem usa bundler? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204

9.5

Criando e distribuindo gems . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204

9.6

Distribuição da biblioteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205

9.7

Próximos passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208

10 Criando tasks usando Rake

209

10.1

Parâmetros na rake task . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212

10.2 Tasks com pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215

10.3 Próximos passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217

ix

Sumário

Casa do Código

11 RVM (Ruby Version Manager)

219

11.1

Instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219

11.2

Instalando diferentes Rubies . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221

11.3

Organize suas gems utilizando gemsets . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222

11.4

Troque automaticamente de gemsets com .rvmrc . . . . . . . . . . . . 224

11.5

Próximos passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225

12 Ruby 2.0

227

12.1

Evitando monkey patches com Refinements . . . . . . . . . . . . . . . 228

12.2 Named Parameters . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230

12.3

Utilize prepend ao invés de include . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233

12.4 Utilizando lazy load no módulo Enumerable

. . . . . . . . . . . . . . 235

12.5

Encoding UTF-8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236

12.6 Próximos passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236

13 Apêndice: Concorrência e paralelismo

239

13.1

Threads . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241

13.2

Múltiplos processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241

13.3

Fibers . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242

13.4 O design pattern Reactor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243

13.5

Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244

x

Capítulo 1

Uma introdução prática à linguagem

Ruby

Vamos começar com um pouco da história e características importantes da lingua-

gem Ruby, para compará-la com com outras que você já deve ter trabalhado. Tam-

bém mostraremos o porquê vários programadores têm falado e usado tanto esta lin-

guagem, pela qual espero que você se apaixonará.

1.1

Quando? Onde? Por quê?

A linguagem Ruby foi criada por Yukihiro Matsumoto, mais conhecido como Matz,

no ano de 1995 no Japão, com o objetivo de ser uma linguagem mais legível e agra-

dável de se programar.

Mas, além das características orientada a objetos, Ruby também foi criada para

possuir um forte quê de linguagem funcional, tendo recursos poderosos e essenciais

desse paradigma, como lambdas e closures.

1.2. Instalação

Casa do Código

Ela foi inspirada em outras linguagens como Perl, Smalltalk e Lisp, e hoje está

entre as linguagens mais usadas, muito em função da disseminação do seu principal

framework MVC, o Ruby on Rails - http://rubyonrails.org.

Algumas características do Ruby devem ser fixadas desde o começo dos estudos,

pois vão facilitar bastante nossa curva de aprendizado da linguagem, como a tipagem

forte e dinâmica, além do fato da linguagem ser interpretada. Fique tranquilo caso

você ainda não tenha escutado falar sobre esses alguns desses conceitos.

1.2

Instalação

Em 2013, o Ruby se prepara para receber a versão 2.0 da linguagem. Em fevereiro

já saiu uma primeira versão, mas ainda pouco utilizada. Há um apêndice nesse li-

vro para você fazer a instalação dessa versão mais recente, que traz recursos novos,

também discutidos no fim do livro.

Nessa seção vamos aprender a instalar o Ruby em cada sistema operacional:

Mac OS

Adivinhe? No Mac OS, o interpretador Ruby já está instalado! Abra o terminal

e execute:

ruby -v

Na versão Mountain Lion, a versão pré-instalada é a 1.9.2 patch 290, conforme

você pode ver na imagem a seguir:

2

Casa do Código

Capítulo 1. Uma introdução prática à linguagem Ruby

O Ruby possui vários interpretadores disponíveis, se você deseja utilizar versões

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