Althmann Márcio Fábio - Desenvolvimento web com ASP.NET MVC стр 18.

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de criação, leitura, atualização e remoção de registros no banco de dados

de forma automatizada, utilizando boas práticas de desenvolvimento e a

view-engine padrão (a saber, Razor). Com base na estrutura de banco

de

dados mapeada, o ASP.NET MVC é capaz de gerar as actions e respectivas

views para possibilitar a realização das operações de CRUD.

No caso específico no code first, no momento em que apontarmos para o fra-

mework o contexto de dados para o qual o CRUD deverá ser gerado, automatica-

mente o banco de dados físico será gerado no servidor de destino.

É importante observar neste ponto que, para que as classes POCO possam ser

incorporadas ao core do projeto, será preciso executar um build para ela. Este é o primeiro passo.

Na sequência, adicione o controller Categorias à aplicação (você já sabe como

fazer, basta clicar com o botão direito sobre o diretório Controller, adicionar um novo item e nomeá-lo na sequência). Após executar estes passos, o Visual Studio lhe apresentará uma nova janela. Para o caso do controller Categorias, no box Scaffold options, para a opção Template, selecione na lista suspensa a opção MVC controller with read/write actions and views, using Entity Framework. Na opção seguinte (Model class), selecione a opção Categorias, e na seguinte (Data context class), a op-

ção BlogContext. A figura 4.4 apresenta a seleção destas opções.

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Capítulo 4. Models: Desenhando os modelos da nossa aplicação

Figura 4.4: Adicionando o controller Categorias com Scaffold

Para o controller Posts, a mesma sequência de procedimentos deverá ser reali-

zada.

Ao concluir estes passos, você poderá visualizar o Visual Studio criar códigos de forma automática, tanto para o controller quanto para as views associadas. Além disso, se configurarmos a guia Database Explorer do Visual Studio para nos conectarmos à instância de SQL Server apontada no código da listagem 7 após a execu-

ção da aplicação, podemos comprovar a criação, por parte do Entity Framework, do banco de dados BlogBDLivro (a figura 4.5 apresenta este fato).

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4.3. O Entity Framework

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Figura 4.5: Banco de dados criado via code first

Para testar o funcionamento do scaffold, basta executar a aplicação e chamar as URLs respectivas para Categorias (/Categorias) e Posts (/Posts), conforme

ilustra a figura 4.6.

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Capítulo 4. Models: Desenhando os modelos da nossa aplicação

Figura 4.6: Cadastrando uma nova categoria com scaffold

Desafiando: que tal criar agora um modelo de classes do tipo muitos para muitos via code first e, utilizando o recurso de scaffold, gerar operações de CRUD baseada nelas?

4.4

O modelo primeiro?

Se na abordagem anterior partíamos do código fonte para o banco de dados físico, quando temos um ambiente onde o modelo vem primeiro (como é o caso do model first), somos obrigados a pensar que tudo parte de um modelo predefinido para chegar, em um momento posterior, ao banco de dados.

Com Entity Framework também possuímos esta possibilidade. Neste caso, basta

que criemos um modelo vazio (nos moldes do que faremos na seção seguinte) e que, conforme necessário, adicionemos as entidades. Assim, em um momento posterior, o EF com base no modelo criado gerará os elementos no banco de dados físico.

Como este formato de trabalho está longe de ser o mais utilizado, não entraremos em maiores detalhes neste livro. Entretanto, existem algumas boas fontes de consulta internet afora. Algumas delas encontram-se listadas a seguir:

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4.5. Banco de dados primeiro?

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Model

First

with

Entity

Framework

MSDN:

http://bit.ly/

mvc-ef-modelfirst

Entity Framework Tutorial: http://bit.ly/mvc-ef-tutorial

4.5

Banco de dados primeiro?

A seção anterior, apresentou um dos modelos possíveis para o trabalho com o Entity Framework o code first. Como você pôde comprovar naquele formato, saímos de

um modelo programático e chegamos há um modelo de banco de dados físico.

Nesta seção, apresentaremos outra forma de trabalho com o EF o database

first que, de forma oposta ao modelo visto anteriormente, nos permite sair de um modelo físico de banco de dados para chegarmos a um modelo programático.

Voltando à aplicação Cadê meu médico?"

Como você deve se lembrar, no capítulo 3, elaboramos e apresentamos a estru-

tura da aplicação Cadê meu médico. Nesta estruturação, um dos aspectos apresentados foi o seu DER, onde elucidamos de forma gráfica e conceitual a estrutura futura do banco de dados da aplicação (ver figura 3.2). Vale notar que, em relação ao banco de dados, nada foi implementado ainda.

Como estamos falando neste momento de database first, parece fazer total sen-

tido implementar, antes de qualquer outra coisa, o banco de dados da aplicação Cadêmeu médico. A listagem 8 apresenta o script SQL que deu origem ao banco de dados ao qual nos referimos.

Para facilitar a utilização, estamos disponibilizando o script online, através do link:

http://bit.ly/mvc-script-bd

Listagem 4.8 - Script SQL que deu origem ao banco de dados da aplicação

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